Os preconceitos envolvendo portadores de AIDS

Quando os primeiros casos de HIV foram descobertos nos EUA, Haiti e África Central em 1977 e 1978, o vírus logo foi definido como AIDS e classificado como uma nova síndrome. A partir de então, o preconceito – aliado ao medo – contra pessoas portadoras da doença, só cresceu.

O receio em ser contaminado é tanto que muita gente desfez amizades, rompeu casamentos, demitiu funcionários e bloqueou qualquer tipo de contato com os conhecidos que se descobriram portadores do vírus. Todo esse afastamento, impulsionado pela falta de informação, acabou isolando aqueles que mais precisam de apoio.

Com o passar do tempo muitos mitos a respeito dos modos de contágio da doença foram caindo, porém ainda há muitas pessoas que se sentem excluídas do meio social por revelarem-se HIV positivo.

Foi pensando em assegurar e acolher os portadores do HIV que o Grupo Vhiver – ONG brasileira fundada com o intuito de criar espaços de convivência e troca de experiências entre pessoas que vivem e convivem com o HIV/AIDS – resolveu divulgar um video com depoimentos de diversas pessoas com doenças diferentes.

A princípio parece estranho ouvir um homem dizer que já foi demitido três vezes por ser alérgico. Contudo, os depoimentos logo se tornam significantes quando a assinatura da campanha entra em cena: “E se o mundo tratasse outras pessoas doentes como tratam os portadores de HIV positivo?”

Para se informar corretamente sobre a AIDS e seus meios de transmissão, acesse o site da ONG, ou o portal do governo criado para falar sobre AIDS e outras doenças sexualmente transmissíveis.

A criação é da Filadélfia.

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São Paulo . Brasília | Brasil